Lançamento do terceiro volume da saga

O livro mais aguardado da saga agora está ao seu alcance.

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O segredo através do Símbolo Oculto

Mistérios que envolveram os templários e alcançaram o novo mundo

Graphic Novel

Algoritmos Sagrados, ou simplesmente ‘AS’, como resumem os fãs, já saltou dos livros, para as Histórias em Quadrinhos

Viaje através dos Algoritmos Sagrados

Uma incrível experiência virtual esperando por você.

Etiópia uma terra de mistérios

 MATÉRIA  27/05   quarta-FEIRA  - MATÉRIA 012 / DE: francine santos
Etiópia é uma das escalas no livro "Símbolo Oculto - Algoritmos Sagrados"
Para quem não a conhece e tem em mente um país castigado pela fome e pobreza, com certeza se surpreenderá com a descrição que o escritor Marcelo Pontes deu a ela.

Repleto de mistérios e fenômenos considerados santos, esta terra de monges e peregrinos causa espanto para muitos. Para quem mora aos arredores de Lalibela é comum ver a transmutação da água em vinho. Mas este é apenas mais um dos vários fenômenos dessa terra miraculosa.

Pelas cidades, inúmeros peregrinos tomam as ruas em mantos brancos, uma procissão em volta da mais devastada terra da África.
Apesar da pobreza, existe outro lado dessa história na visão do autor, onde casas de barro, chão de terra batida e crianças subnutridas fazem parte do contexto:

Axum era uma cidade pequena. A poucos metros, Hanz sentia-se regressando no tempo entre casas de pedras irregulares e argamassa de barro, com teto de estrados de madeira cobertos com palha.
– Eu imaginava que as cidades etíopes eram pobres, mas é espantoso de estar aqui e ver com meus próprios olhos este lugar; parece que estou voltando para a pré-história – afirmou o mergulhador, surpreso com as humildes infraestruturas daquela terra castigada.
– Não é pobreza, e sim simplicidade – definiu Aaron.
– Não vejo simplicidade e sim, privação.
– Os etíopes não pensam como o resto do mundo.
– Como assim?
– O trabalho para eles é visto como transtorno ao corpo, como uma espécie de punição.
– Eles não trabalham?
– Apenas atividades sustentáveis.
– Mas, por quê?
– Eles possuem uma crença conhecida como iddil, uma corrente que flui empurrando as pessoas para a destruição. – Aaron levantou sua face para o alto do planalto. – Então não importa a determinação do indivíduo, o destino de cada um sempre será cumprido, retornando a seu estado primitivo. Por isso o progresso do ponto de vista etíope não faz sentido.
– Que visão negativista.
– Negativista?
– É como se não houvesse uma esperança para o amanhã.
– Exatamente, por isso eles também não vêm o tempo de forma linear, mas sim cíclica.
– Cíclica! – exclamou baixinho lembrando-se das explicações de José Armando. – “Rogério acreditava que existia uma força desconhecida que influenciava a probabilidade das ocorrências e gerava tais ciclos”.
Hanz caminhava de forma automatizada, pois seus pensamentos vagavam.
Alcançando uma estrada de terra, Aaron chamou sua atenção:
– Oh! Bela adormecida; acorda!
O mergulhador piscou seus olhos. – Desculpe.
Vendo crianças correndo e sorrindo pelo caminho, o velho corvo alegrou-se espiritualmente. Após bagunçar os cabelos revoltos de um dos meninos que corria ao seu redor, ele voltou-se para seu amigo descrente.
– A pobreza que você descreveu não está neste lugar.
– Como não?
– Olhe para o rosto desse povo. Estes vivem bem e sorrindo. Na Etiópia não há tristeza, depressão ou suicídio; todos contemplam a grandiosidade de cada dia neste planeta. – Aaron fez uma pausa. – Veja a diferença dos que habitam as grandes cidades, que exaltam a frustração e o pessimismo, trabalhando exaustivamente para dias melhores que nunca serão alcançados. Eles são incapazes de reconhecer a verdadeira beleza da vida, revelada em sua simplicidade. Se o mundo diz que estes são pobres, eu digo: estes são ricos, ricos em espírito e alegria.

Símbolo Oculto – Algoritmos Sagrados

Mas como já falamos, a Etiópia não tem apenas um pé, plantado na pobreza, sua riqueza cultural e religiosa surpreende até os descrentes.  É claro que podemos ficar aqui, escrevendo páginas e mais páginas sobre os diferentes pontos sagrados, mas iremos focar no monastério de Narga Selassié na ilha Dek, um dos locais descrito no livro.

Narga Selassié é um monastério na costa ocidental da ilha de Dek, a maior ilha do Lago Tana, no norte da Etiópia. O monastério foi construído no final do século 18, usando como material de construção o gigantesco figo-sicômoro, árvore que no passado estava no centro do monastério. Dentro do local conhecido como Santo, encontramos inúmeras pinturas, incluindo uma peça descrita no livro, a pintura de São Jorge. 


É fato que na Etiópia um de seus padroeiros é São Jorge, porém o que descreve no livro “Símbolo Oculto” é uma relação direta com o famoso Santo Graal. Claro que você já deve ter lido vários livros com esse tema, mas nenhum mostrando a verdadeira simbologia por trás da peça.  
Voltando a pintura ao lado, foque em seus detalhes. São muitos, mas vamos nos concentrar na lança, uma lança diferente com uma cruz na outra extremidade. Quem leu o livro até seu final sabe o desfecho poético de toda essa simbologia, mas se você ainda não leu, vou informa-lo que a imagem de São Jorge está sempre relacionada à crucificação em todas as pinturas existentes nos monastérios da ilha Dek. 

Não vou me estender mais as pinturas de Narga Selassié, caso contrário estaria cometendo um spoiler. 

A ordem dos Templários 

Outro ponto importante para comentarmos é a influência dos cavaleiros Templários na região. O livro fala um pouco sobre isso, principalmente descrevendo a interferência cultural sobre o povo etíope. Ainda hoje, podemos ver símbolos templários em todos os rituais na Etiópia. Mesmo após o triste final da organização em 1312, remanentes da atualizada Ordem de Cristo esteve participativa nas regiões Etíopes. 



Enquanto caminhava ao lado da margem seguindo seu guia, uma cena lhe chamou a atenção: à beira do lago alguns homens recolhiam pedras. Com a água nas pernas, eles erguiam as pesadas rochas sedimentares em dupla, depositando-as no barco.

– Você não me disse que etíopes evitavam o trabalho pesado? – indagou o mergulhador encarando os homens que sofriam com sua carga.

– Sim, por quê? – indagou Aaron.

– Por que aqueles homens estão carregando pedras a essa hora da manhã?

– Uma herança dos Templários.

– Templários?

– Sim, no passado eles usaram o povo etíope para erguerem construções monumentais.

– Que tipo de construções?

– Paciência, e você verá.

Algoritmos Sagrados - Símbolo Oculto



Agora fica a pergunta: o que eles queriam com a Etiópia? A resposta pode estar na pintura de São Jorge; para descobrir apenas lendo o livro.

Francine Santos

O voo 402 - Uma passagem para a morte

 MATÉRIA  26/05   terça-FEIRA  - MATÉRIA 011 / DE: francine santos

Atenção, a matéria possui um tema mórbido e pesado com algumas imagens perturbadoras.

Às 8 horas e 24 minutos do dia 31 de Outubro de 1996 o Fokker 100 com 90 passageiros e 6 tripulantes a bordo, taxiava no pátio principal de Congonhas pronto para decolar. O vôo 402 com destino ao Rio de Janeiro era especial naquele dia. A aeronave passou por um tratamento, pintura nova, azul marinho – sua cor original era branco e vermelho. Em sua fuselagem estava escrito em letras garrafais "NUMBER ONE", número um, em comemoração ao prêmio recebido pela TAM como a melhor e mais segura companhia do mundo.

Se explorarmos as coincidências, esse fato me remete ao famoso transatlântico Titanic, na época, o navio mais seguro do mundo – conhecido pela frase “Nem Deus nos afunda”.


O dia fatídico

Os minutos passavam; os comissários Marcelo Binotto, Flavia Fusetti Fernandes, Mariceli Pires Carneiro e Janaina Kakke dos Santos preparavam a cabine para acomodar os 90 passageiros daquele dia. Na cabine o experiente Comandante José Antônio Moreno com mais de 9 mil horas de voo e 5 anos pilotando o Fokker 100 estava com seu primeiro Oficial Ricardo Luiz Gomes Martins conferindo os instrumentos. Durante a checagem um zunido no ar. Era um alerta de nível dois. No painel da aeronave eles procuraram pelo problema, mas nada foi detectado.  Eles já sabiam de uma falha no avião, o auto-trote que até ontem estava quebrado. – O auto-trote é um aparelho que realiza a dosagem da aceleração automaticamente, obtendo a máxima performance da aeronave.
>O auto-trote era um equipamento totalmente dispensável, por isso eles mantiveram desligado. Uma falha que no futuro seria apenas umas das causas da queda da aeronave.
Às 8 horas e 26 minutos a torre autoriza a decolagem, o MRK ingressa na pista 17 D e aplica potência. O avião parte para sua decolagem, mas logo que a aeronave levanta seu nariz, o comandante percebe que algo está errado: a aeronave está com a razão de subida muito inferior ao normal e puxando para a direita. A reação é imediata, ele olha novamente para os instrumentos e não vê nenhuma informação no painel.
Sendo atormentado pelas lembranças do auto-trote, ele aponta para o alto do painel e diz:
– Lá em cima! Lá em cima!  – pedindo que o primeiro oficial desligasse o auto-trote que de alguma forma deveria estar ligado, pois os motores perdiam sua potencia.
Seu primeiro oficial olha para cima e diz:
 – Ta em off! Ta em off
Aqueles segundos gastos culpando o auto-trote foram fatais. Com a cabeça envolta de mil possibilidades, o comandante continua o voo. Naquele ponto era impossível abortar a decolagem. O MRK subiu apenas 129 pés, um piso inseguro para manter o voo. A guinada para a direita se acentuava. Por instinto tentando superar a perda do motor o comandante aumenta a potência.  A aeronave leva uma violenta estilingada e se choca contra um pequeno prédio, caindo logo depois em várias casas no bairro do Jabaquara matando três residentes.
Ninguém sobreviveu.

O acidente é descrito com detalhes no livro Almas Seladas – Algoritmos Sagrados.

O avião havia explodido poucos segundos após a decolagem. Na investigação, chegaram à conclusão que o reversor teve um problema. Ele é aberto na parte posterior da turbina da aeronave, desviando o fluxo de ar do motor para frente, causando a frenagem da aeronave. Por algum motivo desconhecido, ele foi acionado enquanto o avião estava no ar. A aeronave não possuía alarmes, nem qualquer instrumento que denunciasse o acionamento do reversor. Quando o piloto aumentou a potência dos motores, o avião caiu.
Para investigar a queda, foram chamados vários pilotos que realizaram o voo em um simulador com os problemas encontrados naquele dia fatídico. O resultado foi claro, todos caíram durante a simulação. Chegou-se à conclusão que a queda era inevitável.
Ninguém sobreviveu ao acidente. Os motivos são óbvios: Primeiro o choque, a uma velocidade capaz de quebrar a coluna vertebral, depois a incineração, tão intensa que tornou a identificação dos corpos quase impossível.

Almas Seladas – Algoritmos Sagrados


O interessante dessa história é que os engenheiros holandeses, responsáveis pela aeronave, confirmaram o que a própria TAM já sabia: Isso era IMPOSSÍVEL.


O erro mais tarde foi calculado segundo projeções da fabricante, da ordem de 1 em 100 bilhões.

Porém, foi o que ocorreu. No mundo das impossibilidades parece que eventos impossíveis se tornam plausíveis, basta acontecer uma primeira vez.


O dia dos mortos

Esse dia marca nossa protagonista:
Estou preocupada, vovó disse que hoje não é um bom dia, que hoje é dia dos mortos.
Almas Seladas – Algoritmos Sagrados

O dia 31 de outubro comemora-se o Halloween. O primeiro registro do termo "Halloween" é de cerca de 1745. Derivou do termo escocês "Hallo-Hellu" (véspera do Dia de Todos os Santos). Porém, por algum motivo estranho, essa comemoração se fundiu a "festa dos mortos", uma comemoração pagã realizada pelos celtas possivelmente nos séculos II e III depois de Cristo. O evento para eles era o de maior importância, pois celebrava o que para os cristãos seria o encontro entre o céu e o inferno.
Para os celtas, o lugar dos mortos era um lugar de felicidade perfeita, onde não haveria fome nem dor. As festas eram presididas pelos sacerdotes druidas, que atuavam como "médiuns" entre as pessoas e os seus antepassados. Dizia-se também que os espíritos dos mortos voltavam nessa data para visitar seus antigos lares e guiar os seus familiares rumo ao outro mundo.


O resgate dos corpos

No momento do resgate, os corpos que os bombeiros encontraram ainda estavam fumegantes. Após ter apagado o fogo os corpos estavam irreconhecíveis. O IML teve grande dificuldade na identificação, sendo usada arcada dentária para o reconhecimento. Em quatro corpos foi necessário o uso do exame de DNA.
Porém a causa da morte nos laudos em quase todos os corpos foi a quebra da coluna vertebral devido ao impacto a 300 km/h no solo e ao desprendimento das poltronas da fuselagem do avião.


Porém antes de terminar esta matéria devo me antecipar que a realidade explorada na saga é muito mais perturbadora do que os fatos descritos aqui. Portanto, é importante que comecem a desvendar os segredos dos Algoritmos Sagrados, claro, se desejam entender os mistérios que cercam nossa vida.


Francine Santos

             

Eu acredito em lobisomens

 MATÉRIA  21/05   quinta-FEIRA  - MATÉRIA 010 / DE: francine santos

Com esse título posso com certeza ser ridicularizada, mas antes, leia esse texto até seu final. 
Lobisomens ou licantropo é um ser lendário de origem grega, apesar de várias culturas possuírem sua versão do famoso lobisomem, até tribos mais isoladas. Segundo as lendas, um homem pode se transformar em lobo ou em algo semelhante a um lobo em noites de lua cheia, só voltando à forma humana ao amanhecer. O mistério da lua cheia na verdade não é um mistério, esse fenômeno já vem sendo estudado há muitos anos. Não estou falando de homens virando lobos, mas de homens virando bestas selvagens. 

Vamos deixar Aaron Abrawanel explicar: 

– Pois bem, em um período curto de aproximadamente três dias o Nefeshe, eu digo, a natureza humana em sua forma mais primitiva, é liberada. Nesse momento, a raça humana se torna um alvo dos implacáveis demônios que aproveitam dessa fragilidade para suplantar suas necessidades da energia vital dos seres humanos.
– Isso é sério?
Aaron riu – Sim, ou por que acha que no período da lua cheia os homens enlouquecem?
– Como assim, enlouquecem?
– Isso não é nenhum segredo, afinal, existem inúmeras pesquisas pelo mundo que comprovam que a criminalidade associada a transtornos agressivos aumenta significativamente em períodos de lua cheia. Claro, o motivo dessa agressão ainda é um mistério, porém eles perceberam que animais também são afetados. Portanto, chegaram à conclusão de que existe alguma relação com nosso lado primitivo. – Aaron fez uma pausa com um sorriso ardiloso. – Esse é o Nefeshe, o portão que se abre para o inferno.

Símbolo Oculto – Algoritmos Sagrados


O que amo na saga é a visão mais próxima da realidade e não entorpecida por holofotes de Hollywood.
Então seguindo a linha de raciocínio, vamos reforçar a tese da existência de lobisomens.
Algoritmos Sagrado explora muito o ambiente primitivo judaico, o que me encanta, pois nos trás mais próximos da natureza mística da nossa civilização. Segundo o escritor, animais podem ser possuídos por demônios; na própria Bíblia temos um bom exemplo: Jesus exorcizou um homem que estava possuído na região dos Gerasenos. O louco estaria possuído pelo demônio conhecido como "Legião", uma coletividade de demônios.
Agora pensem comigo: se porcos foram possuídos, por que lobos não? Na verdade esse pensamento já foi compartilhado na literatura, principalmente os cabalistas que no passado, já lutaram contra a temida fera.  

Vamos voltar ao livro Máscaras Reveladas e fazer uma viagem na criativa história de M. L. Pontes.

Layla Aina, nossa protagonista, procurando escapar de sua maldição decide aceitar uma proposta de vir morar em um castelo na região de Viseu, Portugal. – Mas por que Viseu, Portugal? – Por que o escritor não dá ponto sem nó. Tudo o que sabemos sobre lobisomens surgiu através de lendas portuguesas; sim os portugueses conheciam bem o lobisomem.


Há vários covis de lobisomem (cova para os portugueses) nas regiões de Portugal, mas a mais importante está em Viseu Portugal.
Hoje temos estradas, o progresso tomou parte do cenário, mas as antigas lendas ainda são respeitadas pelos moradores mais conservadores.
Reza a lenda que em noites de lua cheia o lobisomem percorre as ruelas graníticas da povoação de Cambra, caçando quem apanhar desprevenido. As portadas das janelas fecham-se e as crianças escondem-se debaixo das mantas quando ouvem o tropel das suas patas na calçada. Mas que monstro é este que assim apavora as noites enluaradas?

Até o século XIX era costume as famílias de Portugal ter muitos filhos. Porém o sétimo filho deveria ter um nome especial, se fosse menina seria Custódia ou Benta e se fosse menino, Bento ou Custódio. Mas, nem todas se lembravam, ou então não acreditavam na maldição e assim outro nome era escolhido. Então, em todas as noites de lua cheia, essa criança, ao chegar à idade adolescente sofria uma terrível transformação: crescia-lhe os dentes e as orelhas, as unhas transformavam-se em garras e o corpo ficava coberto de pelo negro; o diabo havia tomado seu corpo e transformado-a em uma besta selvagem.
Nas noites mais escuras os olhos chamejantes vasculhavam o escuro. Ele saltava pela floresta procurando suas vítimas indefesas. Quando encontrava um perdido, caçava-o e depois o arrastava para seu esconderijo: uma gruta, na margem do rio Couto, perto de uma velha torre onde as devorava e deixava seus ossos.

A trilha que leva a Cova do Lobisomem, diferente da lenda, tem seu encanto. Riachos, construções antigas e uma vegetação linda, típica das florestas de carvalho de Viseu. Algumas casas rústicas ainda sobrevivem sobre seus alicerces, é como voltar ao tempo onde a lenda era uma realidade para os habitantes da região. Hoje a região se tornou um ponto turístico obrigatório para quem gosta do tema. Para muitos, o monstro ainda caminha pelas redondezas atrás de sua próxima vítima. Na imagem ao lado temos a torre descrita no mito, uma antiga construção medieval do final do século XIII.

A Cova do Lobisomem localiza-se próximo ao rio Couto. É caracterizada por uma galeria ou corredor cuja entrada mede 2,4m de altura por 2m de largura que vai estreitando gradualmente para o interior, conduzindo a uma vasta câmara de forma oval. A câmara tem cerca de 5m de comprimento, por 2,5m de largura e altura. O comprimento total da Cova do Lobisomem, incluindo galeria e câmara, é de 18m.

É claro que podemos estar falando de um mito, porém, assim como na visão do escritor, acredito que toda lenda é inspirada em fatos reais, experiências próximas que não tiveram a obrigação de explica-las. Então se você é um descrente, deveria começar por outras matérias deste blog, mas se acredita em uma força superior a nós, deveria rever os conceitos sobre a concepção do mal.

Quero deixar bem claro que Algoritmos Sagrados não é uma saga sobre lobisomens, ela apenas explora outras facetas do mal, segundo a concepção judaica e cristã. 


Francine Santos

Localisação no Google Eath 40.680580  -8.1624323
próximo a  Cambra de Baixo, Viseu (Portugal)

Diário de um Disléxico

 MATÉRIA  13/05   QUARTA-FEIRA  - MATÉRIA 009 / DE: MARCELO PONTES

Hoje tenho uma vida normal: marido dedicado e pai presente, exercendo meu trabalho como nutricionista e tendo a liberdade de realizar o meu maior sonho, ser um escritor lido e reconhecido. 
Mas nem tudo foi assim, um manto precioso e tranquilo; na verdade, grande parte da minha história eu me resumi a um grande excremento, a escória da sociedade.
É engraçado como sonhamos quando crianças; sonhos que rapidamente são podados quando alcançamos a adolescência e nesse período conturbado, pouco sobra até a vida adulta.
Desde pequeno eu era diferente, envolta de minhas lúdicas e criativas peças: um mundo de cavaleiros e dragões. Amava a ficção e a habilidade de criar contextos criativos. Porém em minha inocência, eu não sabia que tudo isso me faria um mal que por um tempo, pensei que seria perpétuo.

Os conflitos iniciaram no período escolar; aos poucos percebi que não pertencia aquele contexto; meus colegas de classe através da natureza infantil e sincera sempre ressaltaram o quanto eu era esquisito. Hoje riu dessa situação, apesar de manter um profundo sentimento de dor e frustração – ninguém está pronto para ser rejeitado nessa idade.
O pico culminou na sexta série; doze anos de idade, período este onde os hormônios parecem dissipar qualquer tentativa de estabelecer um convívio amigável. Os meninos agiam como lobos alfas, surrando e amedrontando os mais fracos para que assim, pudessem subir na cadeia evolutiva do macho. É claro que os mais esquisitos eram os primeiros alvos, no caso o fechadão do fundo que passava horas desenhando templos japoneses enquanto tentava aprender um pouco de Kanji.

Hoje se fala muito sobre bullying, mas na década de oitenta, como eu seria uma criança feliz se eles ficassem apenas nas ofensas. Na hora do almoço quando estava voltando para minha casa, o lobo alfa da turma da sexta série me seguiu junto com um grupo de quatro colegas. Em uma ruela eles me pegaram. Vieram as ofensas, seguido de chutes, murros e ponta pés. As lágrimas rolaram, mas não eram lágrimas suplicantes, eram lágrimas de ódio e total descontrole. – Apenas quem passou por isso pode entender esse sentimento – Naquele ponto eu já estava farto e mesmo machucado, parti em direção do lobo alfa imbuído de toda adrenalina do momento. Acertei um soco na cara dele. Até aquele ponto não sabia o quanto meu soco tinha sido eficiente, mas eles pararam de me agredir e partiram para socorrer o líder abatido. Apenas no dia seguinte, quando minha mão estava doendo, fiquei sabendo o quanto eficiente foi meu soco: eu havia deslocado a mandíbula daquele menino. O garoto saiu da escola, por um tempo seu grupo me deixou em paz, porém os problemas apenas haviam começado.

Naquele mesmo ano minhas dificuldades de leitura e escrita pareciam se acentuar. Hoje temos diagnósticos rápidos e precisos de déficit de atenção e dislexia, mas naquele tempo a ciência resumia em dizer que você era burro ou preguiçoso. Essa era a explicação sensata da época, afinal uma criança que desenha dragões e cavaleiros como não seria capaz de aprender a escrever sem esquecer letras e fonemas? Mas esse é o mistério da mente; minha memória curta e péssima – minha esposa odeia quando encontra meu desodorante na geladeira – , sou incapaz de ordenar sequências; no caso da dislexia, ela reflete na forma de ler e escrever. Porém em contrapartida a memória longa é um grande labirinto de informações e mundos imaginativos. Mas é claro, assim como meu personagem do livro ‘Almas Seladas’, Layla Aina, eu fui julgado e considerado incompetente, o que me custou a sexta série. Não conseguindo me recuperar com o passar dos anos, o diretor chamou meus pais e junto com o conselho me extirpou daquela entidade de ensino deixando bem claro que eu não teria futuro.
Após esse fato tudo piorou, eu estava mais alienado do que nunca. As peças pretas começaram a tomar conta do meu guarda-roupa e através de um novo estilo, me fechei em meu casulo de contradições. Daqui para frente muitos vão reconhecer os traços que deixei no livro. Na sequência veio o ódio pela humanidade, chegando ao ponto de sentir raiva dos sorrisos que despontavam de meus familiares durante as festas de natal. Eu estava perdido e demorou muitos anos para que me recuperasse do pânico social.
Neste mesmo período eu me refugiei através de uma leitura um tanto incomum: livros proféticos, apócrifos, cabalísticos, entre outros estavam na minha cabeceira; títulos que dificilmente encontraria em livrarias comuns. Eu procurava uma razão para o sofrimento do homem e acabei encontrando respostas mais que convincentes; o que se tornou a saga ‘Algoritmos Sagrados’.
A vida não é um lugar fácil de viver, mas nosso maior erro é se preocupar com a opinião alheia. Com o tempo aprendi técnicas de memoria e consigo em parte driblar minha dislexia o que me fez acreditar que não importa sua deficiência, ela sempre poderá ser superada.
Hoje deixo uma frase que repeti muitas vezes para meu filho e que, se alguém me dissesse no passado, muita coisa teria mudado:

 “Você não precisa da opinião dos outros para ser feliz. A vida é uma experiência individual que se resume em cair e se levantar.”

M. L. Pontes – Escritor da Saga ‘Algoritmos Sagrados’.



Maçonaria e os Algoritmos Sagrados

 MATÉRIA  19/05   trça-FEIRA  - MATÉRIA 008 / DE: FRANCINE SANTOS

M
açonaria, uma sociedade discreta, envolta de mistérios.
Encontramos no Painel da Loja de Aprendizes uma antiga imagem, uma escada que simbolicamente representa a ligação entre a Terra e os Céus. Os maçons a chamam de escada de Jacó.

Para quem conhece a Bíblia sabe do que estamos falando.
E (Jacó) sonhou: ”Eis que uma escada estava posta na terra, cujo topo chegava ao céu; e os anjos de Deus subiam e desciam por ela. Por cima dela estava o Senhor, que lhe disse: “Eu sou o Senhor…” (Gn. 28:12)

teste.

Jacó foi o terceiro patriarca era filho de Isaque e neto de Abraão. Os doze filhos homens de Jacó, que teve seu nome mudado a mando de Deus, deram origem às doze tribos como o novo nome Israel.

Para quem estiver lendo o livro Símbolo Oculto - Algoritmos Sagrados saberá a relação de Jacó com as 12 tribos de Israel.

Iremos revelar algumas simbologias, mas apenas lendo a saga Algoritmos Sagrados para compreender a verdade simbólica dos maçons.

Os maçons possuem uma hierarquia, sua ordem. Enquanto o neófito tem como razão apenas sua existência, outros conhecem segredos de acordo com o grau que vai galgando.
A escada de Jacó em parte mostra essa evolução. Se o Maçom não se aprimorar nas coisas elementares não conseguirá compreender os ensinos superiores – o conhecimento do carvalho, Símbolo Oculto.

Devemos lembrar também que todo símbolo maçônico pode alterar seu significado de acordo com seu contexto. A escada em diversas religiões está ligada à transcendência, à Iniciação e ao caminho que leva à divindade. Porém esse contexto está ligado diretamente a evolução do espírito e a hierarquia Maçônica.

Símbolos Maçônicos

A Escada de Jacó apresenta em sua estrutura alguns símbolos: A Cruz, a Âncora e a Taça. Claro, não podemos esquecer: perdido no espaço uma misteriosa chave.
Esses símbolos são os mesmo utilizados na Igreja Católica (e também da Anglicana, religião oficial da Inglaterra): a Fé (Cruz), a Esperança (Âncora) e a Caridade (Cálice ou Taça com a mão em atitude de alcançá-la).
A Cruz: Cada um deve levar a sua Cruz em sua subida buscando a perfeição.
A Âncora: Nos momentos de sofrimento devemos estar firmes e ancorados.
A Taça: Das três virtudes teologais (Fé, Esperança e Caridade), sem dúvida, como diz o Apóstolo, a maior delas é a Caridade. Ajudar ao próximo como a si mesmo.

Uma organização de homens

A palavra “Maçonaria” em francês, “Maçonnerie”, é derivada do francês “maçon”, construtor ou pedreiro; ou, como preferem alguns, do inglês “Masonry” (Maçonaria) e “mason”, igualmente, construtor ou pedreiro. Portanto, podemos explicar em parte o motivo dos membros serem homens e não mulheres. Porém para representar as três virtudes, os painéis sempre são pintados com três mulheres, algo estranho do ponto de vista maçom.  Mas, claro, essa colocação faz parte do mistério e a resposta a esse enigma, leva o título do terceiro livro da saga Algoritmos Sagrado – Símbolo Oculto, um símbolo feminino que é explicado através da misteriosa chave.

Será que os maçons conhecem os Algoritmos Sagrados?



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